Projeto Brincar amplia formação para 36 escolas municipais de São Paulo (SP)

Em 2018, são 402 profissionais de educação participantes, dos quais 357 professores e coordenadores pedagógicos
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Mais de 400 profissionais da Educação Infantil da rede municipal de ensino de São Paulo (SP) estão participando das ações de formação do projeto Brincar em 2018. Além das 13 escolas-polo que integram o projeto desde seu início, educadores de outras 23 unidades do entorno aderiram à iniciativa neste ano, ampliando sua abrangência. A presença de gestores, coordenadores pedagógicos e representantes das Diretorias Regionais de Educação (DRE) também tem reforçado o potencial de multiplicação de práticas pedagógicas inclusivas para a rede.

O direito ao brincar orienta a realização do projeto, que tem como objetivo contribuir para a qualidade da Educação Infantil pública oferecida a todas as crianças, com e sem deficiência. De maneira articulada às demandas da Secretaria Municipal de Educação, as formações acontecem nos horários coletivos de estudo dos professores. Há, ainda, o acompanhamento das escolas-polo, com base nos aspectos teóricos discutidos na formação.

Além disso, ao longo do ano, são organizadas oficinas abertas à participação dos alunos, familiares, moradores do entorno e profissionais dos quadros de apoio das unidades. Esses encontros buscam fortalecer os vínculos entre a comunidade escolar e evidenciar a importância das brincadeiras para o desenvolvimento das crianças.

Projeto Brincar

O Brincar é um projeto de educação realizado pela Fundação Volkswagen em parceria com a OSCIP Mais Diferenças e a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SP). Seu objetivo é contribuir para o fortalecimento da qualidade da educação, em uma perspectiva acessível e inclusiva, que envolve a todos: alunos, comunidade escolar e familiares. Ao brincar, a criança fortalece vínculos e desenvolve competências essenciais. O projeto contribui para que o brincar cumpra, também, outro papel fundamental: o da inclusão. Isso acontece independentemente das condições físicas, intelectuais ou sociais das crianças, especialmente no início da trajetória escolar.

Números de 2018*

  • 36 Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEI) e Centros de Educação Infantil (CEI), com mais de 14 mil alunos matriculados. Entre eles, crianças com deficiência, Transtorno de Espectro Autista, Transtornos Globais do Desenvolvimento e altas habilidades e superdotação
  • 402 profissionais de educação participantes, dos quais 357 professores e coordenadores pedagógicos

*Previsão

 
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